Vencedoras do Prêmio Bertha Lutz recebem cumprimentos do deputado Roberto de Lucena

Ilustre Deputada Luciana Santos, que preside, neste momento, a sessão solene em homenagem do Congresso Nacional ao Dia Internacional da Mulher, Deputada Erika Kokay, a quem saúdo e agradeço pela generosidade da cessão, ilustre Senadora Vanessa Grazziotin, Srªs Senadoras, Srs. Senadores, Srªs Deputadas, Srs. Deputados, senhoras agraciadas e demais ilustres convidadas e convidados, senhoras e senhores, é com grande alegria que, nesta sessão solene, represento aqui o Partido Verde. E, em nome de todos os membros do meu partido, e faço questão de citar especialmente a Deputada Rosane Ferreira, do PV do Paraná, cumprimento as homenageadas que nesta data receberam o Prêmio Bertha Lutz: a senhora Maria do Carmo Ribeiro, viúva do saudoso Carlos Prestes, a ex-Senadora Eunice Michiles Malty, primeira mulher a ocupar uma vaga no Senado Federal, a Socióloga Rosali Scalabrin, representante da Comissão Pastoral da Terra e titular da Coordenadoria da Mulher do Município de Rio Branco, no Acre, e a Professora Ana Alice Alcântara Costa, do Departamento de Ciências Políticas e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres da Universidade Federal da Bahia, e a Exma. Srª Presidenta da República, Dilma Rousseff.
E aqui também, na qualidade de membro da Frente Parlamentar Evangélica e da Frente Parlamentar da Família e Apoio à Vida e na qualidade de presidente da Frente Parlamentar de Combate ao Bullying e Outras Formas de Violência, registro às homenageadas os cumprimentos dos membros das frentes parlamentares citadas, reconhecendo que as homenagens são justas e merecidas.
De certo, Srª Presidente, este é um ano especial para as mulheres no Brasil. Em 2012, a sociedade brasileira comemora oito décadas desde que as brasileiras conquistaram o direito de votar. Um importante marco na luta pela conquista da plena cidadania. E que quero comemorar este fato, ainda que reconheça ser necessário ampliar a participação
ampliar a participação das mulheres na política e 
em outros importantes setores da sociedade, em benefício da família brasileira. E faço um registro especial: o segmento evangélico foi o pioneiro no Brasil a reconhecer a liderança da mulher. Há mais de cem anos elas ocupam os mais altos níveis de liderança na Igreja Evangélica. Há mais de cem anos Igrejas no Brasil já ordenam mulheres como pastoras e a História não deixa dúvida: são igrejas singulares e com frutos colhidos por gerações.
Nos últimos meses, Deputada Érica Kokay, defendi importantes questões que dizem respeito à mulher. Entre elas, cito o fim de uso de algemas em presidiárias durante o parto prática que viola direitos fundamentais garantidos pela Constituição. Algemar mulheres durante o parto constitui um caso de tortura e tal prática enseja a responsabilização jurídica internacional do País.
Desde o primeiro dia de meu mandato, tenho me dedicado a um grupo especial de mulheres no País. Tenho me dedicado à defesa das mulheres indígenas, as guerreiras das guerreiras, mas também e infelizmente as excluídas das excluídas. Quero render a todas as mulheres indígenas a minha homenagem e destaco, entre elas, a índia Muadji, da etnia Suruahá, considerados índios isolados, mulher que, em 2004, ousou enfrentar a imposição cultural de seu povo e lutou para salvar a vida de sua filha Iganani, com paralisia cerebral. A luta e a coragemde Muadji levaram os povos a romper um silêncio milenar. A luta e a coragem de Muadji levaram o Prlamento brasileiro a discutir o infanticídio em áreas indígenas e a violência contra a mulher indígena e a lutar pela aprovação de uma Lei que merecidamente recebe o nome de Lei Muadji.
A todas as mulheres indígenas neste dia meu abraço especial e o repeito e admiração do Partido Verde.
Permitam-me destacar o trabalho da Ilustre Presidente da República na defesa e proteção das mulher. São muitas as iniciativas nesse sentido, ações e políticas públicas que há anos sonhávamos, entre eles a ousadia de ter lançado no País um dos mais lindos programas de proteção as gestante já visto no mundo: o Rede Cegonha. E no mesmo sentido quero registrar a coragem da Excelentíssima Senhora Presidente Dilma de ter enviado ao Congresso Nacional a Medida Provisória 557, de 2011, que estabelece o Sistema Nacional de Cadastro e Acompanhamento das Gestantes e das Puérperas, cuja intenção é prevenir os problemas de saúde e a mortalidade de mães e filhos, acompanhando as mulheres nos períodos pré e pós-natal, beneficiando as famílias brasileiras mais pobres e a sociedade brasileira como um todo.
Trata-se de uma ideia simples e até elementar, que irá beneficiar um grande número de mulheres e de famílias.
Medida Provisória que recebe o apoio de toda sociedade brasileira.
Assim, reitero meus cumprimentos a todas as hoemageadas deste dia e a todas a mulheres brasileiras, em especial as mulheres do meu Estado – o Estado de São Paulo.

Era o que eu tinha a dizer.

Muito obrigado, mais uma vez Deptuada Erika, obrigado.

Que Deus abençoe as mulheres! Que Deus abençoe o Brasil!


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