Roberto de Lucena relembra os três anos do massacre na escola de Realengo

Sr. Presidente, ilustre Deputado Inocêncio Oliveira, Sras. e Srs. Deputados, hoje, neste dia em que nós tratamos do Dia Mundial da Saúde, quero trazer a esta tribuna a lembrança da tragédia que ocorreu há exatos 3 anos, no Bairro de Realengo, Rio de Janeiro, em que 12 crianças, em uma escola, foram brutamente assassinadas, e outras 12, feridas.

É importante, Sr. Presidente, trazermos esta lembrança porque, no momento em que as tragédias ocorrem e despertam a atenção da sociedade, por conseguinte, despertam a atenção deste Parlamento. O assunto vivo, em brasas, é tratado com a atenção muitas vezes menor que a devida, mas na medida em que os holofotes da mídia vão se apagando, na medida em que as cortinas vão se fechando, a memória vai se distanciando de fatos que não devem ser esquecidos.

Quero abraçar aquela comunidade de Realengo, quero expressar o meu carinho, o meu respeito, a minha solidariedade às famílias que perderam as suas crianças, os seus entes queridos. Quero abraçar, na pessoa do Mateus, uma das crianças sobreviventes, todas as crianças que sobreviveram àquele massacre.

Renovo, Sr. Presidente, daqui, a nossa preocupação de que esta Casa continue comprometida em fazer o seu papel em ações legislativas, em ações junto ao Executivo, a fim de que nunca mais se repitam em nosso País tragédias como a de Realengo, que nasceram de um garoto que, anos atrás, sofrera bullying no seu colégio e descarregou, anos depois, o seu ódio, a sua amargura, a sua dor contra o mundo assassinando aquelas crianças. Que nós possamos a cada dia ser agentes positivos de uma cultura afirmativa de paz, que possamos não tirar do coração e da mente o nosso compromisso com as crianças do nosso Brasil.

Muito obrigado, Sr. Presidente.
Que Deus abençoe o Brasil!

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