Roberto de Lucena presidirá comissão dos Direitos da Pessoa Idosa

Os deputados Roberto de Lucena (PV-SP) e Leandre Dal Ponte (PV-PR) foram eleitos, na tarde desta quinta-feira, 4, respectivamente, presidente e 1ª vice-presidente da comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa. A mais nova comissão permanente da Câmara dos Deputados terá, dentre os seus objetivos: acompanhar temas como preservação e proteção dos direitos e garantias; práticas e métodos de envelhecimento saudável; recebimento, avaliação e investigação de denúncias relativas à ameaça ou violações aos direitos da pessoa idosa; fiscalização e acompanhamento de programas e políticas governamentais.

Roberto de Lucena, já investido no cargo de presidente, agradeceu aos membros do colegiado pela sufrágio do seu nome, e destacou que o seu primeiro desafio será tornar o ano de 2016 o mais profícuo possível, mesmo com o cronograma apertado pelo próprio atraso na instalação das comissões temáticas da Casa e em função das eleições municipais de outubro.

O deputado presidente enfatizou a importância da criação da nova comissão e disse que, no colegiado, os mais de 560 projetos de lei relacionados à temática do idoso serão melhor organizados e ganharão celeridade em sua tramitação.

“Hoje, nós temos uma população enorme que cresce, cada vez mais, com a condição de longevidade, e, por isso, precisamos trabalhar muito para que essa expectativa alongada seja acompanhada por melhores condições de vida na saúde, no meio ambiente, no lazer, de modo que os idosos possam realmente desfrutar do benefício de viver mais”, ressaltou.

Já na próxima semana, Roberto de Lucena pretende apresentar um programa de trabalho, que será apreciado pelos membros da comissão, com o objetivo de aprovar uma agenda que seja propositiva para o governo e que represente os anseios daqueles que lutam pela defesa da pessoa idosa.

Autora do projeto de resolução que viabilizou a criação da nova comissão, Leandre agradeceu o empenho dos parlamentares para a instalação do colegiado, e disse que “esta será uma comissão que irá legislar para o futuro”. Ela defendeu a ampliação dos debates que envolvem os idosos para além da questão previdenciária, uma vez que “existem diversas oportunidades de mercado para essa significativa parcela da população, que triplicará em 2050”.

“Entendemos como premente a necessidade de criação desse foro de discussão específico para essa parcela da população tão relevante e merecedora de cuidados”, afirmou. “São milhões em todo país, faltam-lhes muitas vezes condições físicas, além de tantos outros problemas que os limitam a viver felizes. Os idosos necessitam de cuidados, amparo, companhia, atenção nossa e principalmente do Estado”, concluiu a parlamentar.

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