Roberto de Lucena participa da Marcha Contra a Legalização da Maconha

No dia 30 de Julho, em defesa da vida e da família, o deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP) participou da Caminhada Nacional Contra a Liberação da Maconha, na cidade de São Paulo, promovida pela ONG “Pela Vida”. O evento teve concentração no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP), na Avenida Paulista, e de lá os participantes seguiram rumo à Assembleia Legislativa.
A participação na manifestação reforça a luta do deputado contra a legalização da droga no Brasil. Às vésperas da anunciada Marcha da Maconha, que ocorreria em 21 de maio, na Avenida Paulista, Roberto de Lucena entrou com uma ação junto ao Ministério Público Estadual, que, acatando seu pedido, acionou o Judiciário. Na ocasião, foi expedida uma sentença proibindo o evento.
Para a surpresa do parlamentar e da maioria da população brasileira, dias depois da vitória do Ministério Público de São Paulo, o Supremo Tribunal Federal autorizou a realização da marcha da maconha em todo o Brasil. A decisão foi criticada por Roberto de Lucena em seus pronunciamentos.

“As drogas continuam a assolar a sociedade. Os dependentes não têm acesso a medidas públicas e eficientes de tratamento, e o tráfico está aparelhado com uma estrutura financeira poderosíssima. Na atual conjuntura, o Brasil não tem condições de fiscalizar ou mesmo colocar em prática políticas públicas que liberem o uso da maconha”, defende o deputado, que atua em várias frentes em defesa da vida e da família, dentre as principais, ele é vice-presidente da Frente Parlamentar da Família e Apoio à Vida e da Frente Parlamentar Evangélica e está na liderança do Fórum Cristão Nacional de Ação Social e Política em São Paulo, o FENASP-SP.

Sob gritos de “Maconha, não! Saúde e educação”, os manifestantes reivindicaram um plebiscito sobre a liberação da droga.

Muitos manifestantes estavam vestidos como hippies. Um deles era o microempresário João Batista Marcelino, de 52 anos. Com uma faixa na qual se lia “Já fui drogado, mas me libertei”, ele disse que é contra a liberação da maconha porque “é a porta de entrada para outras drogas”.

A organização da marcha informou que a passeata do dia 30 de julho foi apenas um início, e que está programada para o dia 17 de dezembro um outro evento contra a legalização da droga e que pretendem reunir cerca de 1 milhão de pessoas.

Fonte: Jornal da Tarde, 30 julho de 2008.

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