Roberto de Lucena manifesta indignação à onda de violência: relembra caso Isabela Pavani e Victor Hugo

Sr. Presidente, Sras. Deputadas, Srs. Deputados, neste domingo, dia 3 de novembro, foi sepultada Isabela Pavani Castilho Cruz, uma linda jovem, estudante, moradora da minha cidade de Arujá, na Grande São Paulo. Meu filho Renan foi a esse sepultamento vestindo uma camisa que portava a fotografia de Victor Hugo Deppman, um jovem de 19 anos, que, neste ano, também teve a sua vida ceifada, de maneira brutal, num assalto que ocorreu no bairro do Belenzinho, em São Paulo. A camiseta que o meu filho vestia, com a fotografia do Victor Hugo, seu amigo, foi dada de presente a ele pela Isabela, também sua amiga.
Eu assomo a esta tribuna, Sr. Presidente, para trazer aqui o meu lamento, a minha indignação com essa onda, esse crescimento da violência não somente em São Paulo, mas em todo o Brasil, e trazer aqui também a minha preocupação.
Os números da violência são estratosféricos: 50 mil pessoas foram assinadas por ano, nos últimos anos. São números de uma guerra civil!
Quando nós vemos em São Paulo, por exemplo, um tenente-coronel da Polícia Militar sendo agredido, sendo afrontado, atacado, e o Estado não reage, a sociedade não reage, é porque alguma coisa está muito errada.
Nós não podemos estar a cada dia vindo a esta tribuna e manifestando nossa solidariedade às famílias, como a da Isabela Pavani Castilho Cruz, como a de Victor Hugo Deppman, que têm perdido os seus filhos, os seus jovens, de maneira brutal, assassinados, vítimas da violência. Eu entendo que algo precisa urgentemente ser feito.
Eu quero aqui, mais uma vez, manifestar a minha indignação, a minha revolta, minha solidariedade à família da Isabela Pavani Castilho Cruz e lamentar esse terrível episódio, esse terrível acontecimento.
Muito obrigado, Presidente. Era o que eu tinha a dizer.

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