Roberto de Lucena e Nova Central firmam parceria em defesa dos trabalhadores

parceriaDirigentes da Nova Central receberam em visita à sede da entidade o deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP) quando firmaram uma parceria em defesa de projetos de interesse dos trabalhadores na manhã de quarta-feira (19/03). “O gabinete e o mandato estão integralmente à disposição. Vamos construir projetos e ampliar a participação da Nova Central nas discussões no Congresso Nacional”, afirmou o deputado.

O presidente da Nova Central, José Calixto Ramos, apresentou um perfil da entidade, hoje composta por cinco confederações, 63 federações e cerca de 1.200 sindicatos. “A Nova Central tem como princípio trabalhar com ética e transparência”, enfatizou.

José Calixto também falou sobre a organização sindical brasileira, na qual trabalhadores são representados pelo sistema confederativo e as centrais detêm a representação política. Segundo ele, os trabalhadores são representados pelos sindicatos, federações e confederações e as centrais representam as entidades a elas filiadas.

Participaram da reunião também o vice-presidente da Central, Omar José Gomes; o secretário-geral, Moacyr Roberto Tesch Auersvald; o diretor de Finanças, João Domingos Gomes dos Santos; o secretário-geral da CSPB, Lineu Mazano; e o líder sindical pastor Sebastião Téo.

Entre as propostas de interesse dos trabalhadores que tramitam no Congresso Nacional, os dirigentes destacaram e pediram a interferência do deputado pela rejeição do Projeto de Lei nº 5.943/2013, que altera a Lei 12.61912, que regulamenta a profissão de motorista; pelo fim do fator previdenciário; pela redução da jornada de trabalho; e outras relacionadas à organização sindical.

“O PL 5.943 ameaça os avanços conquistados com a Lei 12.619, que tem apresentado resultados positivos como a redução dos acidentes nas estradas”, alertou Omar Gomes, um dos autores da proposta que deu origem à chama “Lei do descanso”.

Moacyr Tesch lembrou que o fim do fator previdenciário é uma bandeira do sistema confederativo, cujo movimento foi iniciado pela Nova Central; e criticou a interferência do Ministério Público nas questões específicas da organização sindical. “O MP generaliza suas decisões como se todos fossem bandidos”, disse.

parceria 2João Domingos ressaltou o universo das categorias representadas pela Nova Central – dos setores da indústria, transporte, construção civil e mobiliário, turismo e hospitalidade e serviços públicos. Em relação às interferências, não apenas do MP, mas também por parte do governo, embora maquiada pelos órgãos tripartites, ele falou da necessidade de parâmetros legais e tratamento igualitário para criação e participação das entidades sindicais nas decisões relativas à sua organização.

“O Conselho Nacional de Relações do Trabalho vive sendo desmoralizado e dele participam apenas as centrais sindicais”, explicou. Sobre a questão, Roberto de Lucena propôs novos encontros para discussão mais aprofundada e defendeu a ampliação da bancada sindical no Poder Legislativo. “É preciso eleger parlamentares que tenham compromisso com a agenda dos trabalhadores”, ressaltou.

Lineu Mazano falou da parceria da CSPB com o deputado, cujos resultados têm sido positivos para os servidores públicos e citou outras categorias que vem sendo defendidas por Roberto de Lucena no Congresso Nacional e junto ao governo, como os pescadores os trabalhadores rurais.

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