O Brasil continuará em silêncio e apático?, questiona Roberto de Lucena diante de execuções de cristãos na Líbia

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30 homens decapitados e alvejados com tiros na cabeça, na Líbia, segundo informações divulgadas nesse domingo (19/04). Foram todos mortos pelo Estado Islâmico por serem cristãos

“Em meados de fevereiro, 21 decapitados na Líbia. No início de abril, 147 executados em uma Universidade do Quênia. Agora mais 30 homens decapitados e alvejados com tiros na cabeça, na Líbia, segundo informações divulgadas nesse domingo (19/04). Foram todos mortos pelo Estado Islâmico por serem cristãos.

Um dos membros do grupo terrorista, que divulgou o vídeo com imagens chocantes, deixou a seguinte mensagem:
“À nação da cruz: estamos de volta. O sangue que foi derramado nas mãos da sua religião não sairá barato. Juramos a Alá. Vocês não terão segurança nem nos seus sonhos até aceitarem o Islã.”

Esses homens, essas mulheres, essas crianças, que estão sendo eliminadas por causa da sua fé são meus irmãos! São minha família! Estão morrendo porque são cristãos, porque são o povo da cruz. O Brasil, que é um estado laico, mas cuja população é de 90% de cristãos, continuará em silêncio e apático?

Se tivéssemos quebrado o silêncio quando Hitler se levantou contra os judeus na década de 40, no século passado, poderíamos ter evitado a morte de mais de 6 milhões de pessoas nas câmaras de gás e nos campos de concentração.
A comunidade mundial sabe quem são os financiadores do terrorismo internacional. O Brasil continuará mantendo relações diplomáticas e comerciais com esses países?

Eu faço parte do povo da cruz. Continuo em oração pela população em perigo nos territórios que sofrem a ação do Estado Islâmico e defendo a aprovação do projeto de lei de minha autoria, na Câmara dos Deputados, que autoriza o presidente da República a romper relações diplomáticas e comerciais com países que promovam ou tolerem a perseguição religiosa e o desrespeito aos direitos humanos. Defendo também que o Brasil apoie as forças internacionais que enfrentam o Estado Islâmico. Assim como me preocupo com a islamofobia, denuncio a Cristofobia crescente.

Os verdadeiros muçulmanos e os verdadeiros cristãos podem viver em paz, juntamente com pessoas que professam outra fé, num mundo de tolerância e respeito. “

 

 

 

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