Deputado sugere hidrômetros individuais em conjunto habitacionais

Indicação foi feita por Roberto de Lucena ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

O deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP), sugeriu ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, por meio da indicação nº 2259/2011, a colocação de hidrômetros e relógios de contagem de energia elétrica individuais em unidades habitacionais erguidas com recursos públicos.

Segundo o deputado, a adoção da medição individualizada de água e energia elétrica nos conjuntos habitacionais constitui-se um fator relevante para a redução do desperdício domiciliar, à medida que o conhecimento do consumo por unidade habitacional da água e energia utilizadas facilita o controle dos gastos desses serviços pelas famílias. “Além disso, é um sistema financeiramente mais justo, especialmente para as famílias de baixa renda. A aferição pelo método tradicional, pelo qual se cobra com base na média do consumo registrado no hidrômetro do ramal da edificação, finda por punir justamente aqueles que mais poupam”, defende o deputado.

Ainda de acordo com o parlamentar, a instalação de ligações individualizadas em unidades de edifícios multifamiliares, por envolver uma série de peculiaridades técnicas, é bastante dispendiosa. Nas contas de Roberto de Lucena, o custo econômico da adaptação das antigas instalações coletivas para as individuais é muito grande e possivelmente inviabilize a implementação do novo sistema para as unidades habitacionais já construídas. “No entanto, pode-se desde já elaborar e executar os novos projetos arquitetônicos e de instalações de água e energia elétrica com essas características”, informou.

De acordo com Roberto de Lucena, a economia de água potável terá outros reflexos positivos, adiando a necessidade de novos investimentos para ampliação de sistemas de captação, adução e tratamento, o que possibilita a alocação de recursos financeiros para outros setores. “No meio ambiente, os reflexos da redução do consumo de água também podem ser significativos, vez que reduz a necessidade de retirada de água dos mananciais e o consumo de energia elétrica e de produtos químicos para bombeamento e tratamento de água”, conclui.

 

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