Deputado Roberto de Lucena presta homenagem ao Dia Internacional da Mulher

Minhas queridas, neste 8 de março, dia de especial importância para vocês e para todos nós, recebam o meu abraço fraterno e carinhoso. Presto minha homenagem àquela que é perseverante e traz esperança aos dias mais difíceis, que divide seu coração em dois para ora ser amor, ora razão e força. Que conquista o mundo com sua determinação e que luta por seus ideais sem cansar. Que é resistente, que é rocha, que ama incondicionalmente e que dá a vida pela família. Que tem sensibilidade e a palavra certa na hora certa. Mulher que ama, que sonha, que chora e que ri. Mulher que deve ser homenageada, amada, respeitada, admirada e lembrada em todos os instantes. Mulher, simplesmente mulher…

São vocês, mulheres brasileiras e mulheres de todo o mundo, a razão única dessa minha breve e sincera homenagem. Deus com vocês, sempre!

Feliz Dia Internacional da Mulher!

 

O Deputado Roberto de Lucena também fez questão de fazer um discurso na Tribuna da Câmara sobre o Dia Internacional da Mulher. Leia o pronunciamento na íntegra:

 

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, faço uso desta Tribuna, hoje, para saudar, com muito entusiasmo, a todas as mulheres do Brasil pelo Dia Internacional da Mulher.

Começo por homenagear aquelas mulheres com as quais convivemos, diariamente, nesta Câmara dos Deputados – as colegas parlamentares, as servidoras e as secretárias parlamentares.

Eu as cumprimento por meio das funcionárias de serviços como as da limpeza, da copa, de elevadores, de jardinagem, segurança e tantas outras. Eu as cumprimento por meio da Dra. Cássia Botelho, que deixou recentemente o cargo de Diretora do Departamento de Taquigrafia – aliás, onde trabalha grande número de dedicadas e competentes mulheres, para assumir uma responsabilidade muito maior, como a de Diretora Geral-Adjunta desta Casa, trabalhando ao lado do competente e prestigiado Dr. Sérgio Sampaio, nosso Diretor Geral. Eu as cumprimento por meio da Ilustre Deputada Elcione Barbalho, Procuradora Especial da Mulher da Câmara dos Deputados. Ela é uma das responsáveis pela implementação do Programa Pró-Equidade de gênero e raça da Câmara que busca, entra outros, objetivos, ampliar o número de mulheres em cargo de direção. Eu as cumprimento por meio das nossas colegas de trabalho da Liderança do PV.

Quero, ainda, homenagear todas as mulheres por intermédio das mulheres da Ufebrac – União Feminina da Igreja “O Brasil para Cristo”, igreja da qual sou membro e á qual sirvo como pastor, e das mulheres sindicalizadas, por meio das companheiras que fazem a União Geral dos Trabalhadores.

A luta da mulher é uma luta frequente, sem tréguas, por vezes desigual e injusta. E não apenas no Brasil, mas no mundo. E aqui quero solidarizar-me com a luta das mulheres na Índia, por uma legislação mais severa contra os crimes de violência sexual e outros.

E, considere-se, Sr. Presidente, considere-se que as mulheres são metade da população mundial e mães da outra metade! Ainda assim a sua luta é assim renhida.

Diariamente, um esforço muito grande deve ser feito não apenas para avançar rumo a novas conquistas, mas inclusive para a manutenção das conquistas já alcançadas.

A Frente Parlamentar Evangélica e a Frente Parlamentar da Família, das quais sou membro e vice-presidente, estão comprometidos com essa luta, com essa defesa.

Uma delas é o enfrentamento à violência contra a mulher. E o tema da violência, Sr. Presidente, é apenas uma das frentes dessa agenda.

O Brasil, Senhoras e Senhores Deputados, Sr. Presidente, o Brasil que tem uma mulher na Presidência da República, o Brasil que tem uma legislação como a Lei Maria da Penha, o Brasil onde a maioria da sua população é composta de mulheres, ainda apresenta-nos números constrangedores em relação ao tema violência contra a mulher: 06 em cada 10 brasileiros conhecem alguma mulher que foi vítima de violência doméstica; machismo (46%) e alcoolismo (31%) são apontados com principais fatores que contribuem para violência; 94% conhecem ou ouviram falar da Lei Maria da Penha, mas apenas 13% conhecem o seu conteúdo. Uma em cada 5 mulheres consideram já ter sofrido alguma vez, algum tipo de violência por parte de um homem. O parceiro, seja ele, marido ou namorado – é o responsável por 80% desses casos reportados.

O medo continua sendo a razão principal para evitar a denúncia dos agressores, conforme 68% dos relatos.

Infelizmente, poderia citar outros números, dados e fatos sobre esse grave problema social, mas acredito que esta Casa, composta também por milhares de competentes e atuantes mulheres, poderá continuar esse brilhante trabalho que objetiva reverter ou coibir esses índices.

Peço a Deus que ilumine o caminho de cada uma delas e que elas possam, num futuro breve, ter mais motivos para comemorar o Dia Internacional da Mulher.

Parabéns a todas as mulheres desse nosso amado País!

Que Deus abençoe o Brasil!

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