Deputado parabeniza a Igreja O Brasil Para Cristo por seus 56 anos de fundação e encerra discurso chamando atenção para o caso do pastor iraniano

Sr. Presidente, ilustre Deputado Amauri Teixeira, nobres Parlamentares, ocupo a tribuna nesta oportunidade para fazer um registro e, posteriormente, um apelo.
Primeiro, o registro de que amanhã, dia 3 de março, a Igreja O Brasil para Cristo, uma das mais estratégicas e tradicionais igrejas evangélicas pentecostais do nosso País, completará 56 anos de fundação. Ela foi fundada no dia 3 de março de 1956 pelo missionário pernambucano Manoel de Mello, que, a partir de São Paulo, iniciou um grande movimento de evangelização e obras sociais que se estenderam para todo o território nacional e além fronteiras.
Quero aqui aplaudir essa Igreja que, ao longo de quase seis décadas, realiza um trabalho sério que tem contribuído para a recuperação de famílias, para a restauração de lares, para o reerguimento de muitos que passaram por tragédias pessoais e tem oferecido ao País a mensagem do Evangelho do Senhor Jesus Cristo de maneira séria, fundamentada na Palavra de Deus.
Saúdo, portanto, a família do missionário Manoel de Mello, que faleceu em 1990, depois de uma linda história de vida, Deputado Francisco Escórcio, e que deixou esse importante legado.
Quero cumprimentar a missionária Ruth de Mello, os seus filhos, Evangelista Boaz e Paulo Lutero, e toda a família. Na pessoa do apóstolo Luiz Fernandes Bergamin, Presidente da Convenção das Igrejas O Brasil para Cristo no Estado de São Paulo, estendo os meus cumprimentos festivos a todo o povo da Igreja O Brasil para Cristo em todo o País, a todos os pastores, missionários, obreiros, obreiras, diáconos, diaconisas, líderes de departamento e aqueles que, em número de quase 1 milhão em todo o Brasil, continuam a história iniciada pelo missionário Manoel de Mello.
Finalmente, faço um apelo desta tribuna. Quero, mais uma vez, chamar a atenção desta Casa para os fatos que envolvem o Pastor Youssef Nadarkani lá no Irã. Ele, que é iraniano e pastor, foi condenado à pena de morte pelo crime de apostasia e está no corredor da morte naquele país.
No ano passado, Sras. e Srs. Deputados, tivemos a oportunidade de receber aqui uma comitiva do Irã liderada pelo Sr. Embaixador do Irã no Brasil, que se fez acompanhar de um grupo de seis Parlamentares. Na ocasião, o Embaixador e a comitiva assumiram, em nome do Irã, o compromisso de que essa pena de morte não seria executada. No entanto, fatos recentes trazidos à luz pela mídia nacional e internacional trouxeram esse assunto de volta à Casa.
Esta semana, fizemos intervenções junto ao Ministério das Relações Exteriores. Nós da bancada evangélica fomos recebidos pelo Ministro Antônio Patriota, que tem encaminhado muito bem a questão.
Agora, fazemos um apelo a esta Casa no sentido de que as Sras. e os Srs. Deputados se envolvam nesse caso, não somente discutindo a pena de morte aplicada para o Pastor Yousef Nadarkhani.
No Irã, gays estão sendo mortos. No Irã, a Comunidade Bahá’í está sendo perseguida e morta. No Irã, por causa de sua confissão de fé, por causa de sua profissão religiosa, pessoas estão sendo perseguidas e postas no corredor da morte.
Precisamos nos levantar contra isso. Afinal, o Brasil mantém relações diplomáticas e comerciais profundas com o Irã.
Faço mesmo um apelo mais profundo: reflitamos sobre o assunto e nos levantemos contra a pena de morte em todo o mundo, seja no Irã, seja nos Estados Unidos. Que nós nos levantemos em defesa da vida, que nós nos levantemos em defesa dos que estão nos corredores da morte de todo o mundo.

Que Deus abençoe o Brasil!

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