Deputado pede fim das armas nucleares no dia dos 67 anos da bomba de Hiroshima

Roberto de Lucena afirmou que uma cultura de paz pode evitar tragédia nuclear

Há 67 anos o bombardeio nuclear de Hiroshima despertou o mundo todo para a terrível realidade das armas de destruição em massa, que colocam todas as nações e indivíduos em situação de perigo real. Para o deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP), a data trágica reforça a importância de uma cultura de paz capaz de evitar novos conflitos.

O Japão relembrou nesta segunda-feira o ocorrido no dia 6 de agosto de 1945, exatamente às 8h15 da manhã, quando um avião militar lançou a bomba sobre Hiroshima, que acabou com a II Guerra Mundial, mas com um terrível custo humano: 140 mil vidas foram imediatamente ceifadas e outras no decorrer dos anos.

Três dias depois Nagasaki foi atingida por outra bomba, deixando mais 80 mil mortos e um cenário de destruição.

Durante seu pronunciamento, Roberto de Lucena destacou que as novas gerações precisam enxergar na História os erros cometidos em momentos de medo e intolerância para que atos tão abomináveis como estes não sejam repetidos.

“Acima de tudo, precisamos levar às futuras gerações uma mensagem de esperança e de paz, não importando a cultura, a religião e o país. Quando nós deixamos de defender a vida de uma só pessoa, estamos permitindo que toda a humanidade seja marcada, saqueada e ferida. A vida deve prevalecer!”, discursou o parlamentar na tribuna da Câmara Federal.

O deputado destacou que este é o momento dos brasileiros se unirem aos outros cidadãos do mundo para pedir o fim das armas nucleares. “Eu conclamo todos a se engajar em favor da cultura da paz e a fazer, em memória do que ocorreu em Hiroshima e Nagasaki, muito mais do que um lamento ou do que uma canção de dor. Façamos uma bandeira de luta em favor da vida e dos direitos humanos”, finalizou.

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