Câmara vai homenagear os cinco anos de fundação da União Geral dos Trabalhadores

Sessão Solene é de autoria do deputado federal Roberto de Lucena, que exerce a vice-presidência da entidade sindical


Deputado Roberto de Lucena e o presidente da UGT, Ricardo Patah, em reunião da UGT

A União Geral dos Trabalhadores (UGT) completa cinco anos de fundação e será homenageada em Sessão Solene no próximo dia 17 de setembro, às 10h, na Câmara dos Deputados, em Brasília. O evento foi requerido pelo deputado federal Roberto de Lucena (PV-SP), que é vice-presidente nacional da central sindical.

A Sessão Solene contará com a presença do presidente da UGT, Ricardo Patah, dirigentes da entidade e líderes das categorias representadas pela central.

 

A UGT

Com a fusão das centrais sindicais CGT, SDS e CAT, no dia 19 de julho de 2007, surgiu a União Geral dos Trabalhadores (UGT), tornando-se a terceira maior central sindical do País, com mais de 1.000 sindicatos filiados,  entre elas duas confederações nacionais. A sua representação hoje é de cerca de 5 milhões de trabalhadores na base dos sindicatos.

Presente na área rural e urbana, a UGT representa trabalhadores de inúmeros setores, como serviço público, educação, alimentação, indústria, energia, telecomunicações, turismo, metalúrgicos, transportes, construção civil, agricultura familiar, pescadores, entre outros.

A União Geral dos Trabalhadores goza de reconhecimento internacional, sendo membro da Confederação Sindical Internacional (CSI), com sede em Bruxelas, e da Confederação Sindical das Américas (CSA); tem representantes no Comitê Executivo Mundial da CSI e no Comitê Executivo da CSA; detém a vice-presidência na Comunidade Sindical de Países de Língua Portuguesa – CSPL.

A União Geral dos Trabalhadores participa da Coordenadoria de Centrais Sindicais do Cone Sul– CCSCS; é titular do Subgrupo – 10 do MERCOSUL, atuando nas suas três Comissões (Relações de Trabalho; Emprego, Migrações, Qualificação e Formação Profissional; Saúde, Segurança no Trabalho, Inspeção no Trabalho e Seguridade Social). È ainda membro titular do Foro Consultivo Econômico-Social do MERCOSUL – FCES; tem representação no Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho – OIT e participa anualmente, como delegado oficial dos trabalhadores, das conferências da OIT, que se realizam em Genebra – Suíça.

A entidade mantêm ainda convênios de intercâmbio e cooperação técnica internacional com centrais sindicais de vários países, entre eles Estados Unidos, Canadá, Japão, China, Itália, Holanda, Espanha, Portugal, Israel, Argentina, dentre outros.

A União Geral dos Trabalhadores é defensora do desarmamento nuclear; da destruição de todas as armas de extermínio de massa; do uso da força da diplomacia ao invés da diplomacia da força na solução dos conflitos internacionais; da autodeterminação dos povos; da reforma democrática da Organização das Nações Unidas e de todos os organismos internacionais multilaterais. Ela repudia toda e qualquer forma de xenofobia, violência (física, moral, psicológica, política, cultural), terrorismo, discriminação e preconceito (etnia, gênero, orientação sexual, religião, opinião política, nacionalidade, origem social, portadores de deficiência física e situação socioeconômica).

A UGT luta pela reversão dos fenômenos ecológicos negativos e pelo desenvolvimento ambientalmente sustentável do planeta de modo a impedir a ocorrência de um infarto ecológico mundial. Esta é uma das lutas mais importantes de toda a humanidade. Tal batalha vai contra os interesses do grande capital que, sob a lógica do curto prazo e utilitarista da natureza, põe em risco a própria sobrevivência do planeta.

“Assim, é a UGT a casa comum de todos, das trabalhadoras e trabalhadores, que, lutando ombreados, abraçam a sabedoria e a esperança como as bases para a construção de um futuro melhor, democrático e humanista, um futuro em que o sorriso sobrepuje as lágrimas; a solidariedade destrua o egoísmo; a felicidade reine sobre a dor; a paz vença a guerra; a abundância relegue a escassez aos livros da pré-história da humanidade; a liberdade aniquile a opressão; a corrupção seja debelada; a ciência impere sobre o obscurantismo, e o ser humano, enfim, possa ver no outro não um inimigo, mas um amigo leal, fraterno e solidário”, disse o deputado Roberto de Lucena.

 

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