Aborto: Não há erro de tradução quando se fala em respeito à vida

 

Imagem da campanha "Meu Corpo, Minhas Regras"

Por Roberto de Lucena / Publicado por Gospel Prime

Na última terça-feira (3/11), foi lançada na internet (canais de vídeos e mídias sociais), a campanha “Meu Corpo, Minhas Regras”, para promover a legalização do aborto e também divulgar o filme “Olmo e a Gaivota”, em cartaz no cinema.

Contando com o apoio e a participação de diversos atores globais que assistiram ao filme, o vídeo está gerando grande revolta entre os internautas e a desaprovação é nítida. Apenas no canal oficial do filme no Youtube, já são mais 61 mil marcações “Não Gostei” contra apenas 7.600 “Gostei”. Além disso, há uma petição online, que expressa o repúdio do público contra o vídeo e já está se aproximando de 50 mil assinaturas.

Como se não bastasse defender a proposta absurda da legalização do aborto pela simples justificativa de uma “gravidez indesejada”, o texto interpretado pelos atores no vídeo ainda sugere que Jesus Cristo “não teria realmente nascido de uma virgem” e que esta interpretação da Bíblia seria levada por um “erro de tradução”.

Diante disto, me questiono: seriam alguns destes atores formados em hebraico? Teriam algum conhecimento bíblico mais aprofundado para justificar tal argumento ou aceitaram a primeira opinião de algum “especialista” no assunto que lhes pareceu mais conveniente?

Não! Não possuem conhecimento bíblico suficiente nesta área e… Não! Não há erro de tradução. Maria era sim uma virgem e, por obra do Espírito Santo, engravidou, levando a gestação de um bebê, o Messias esperado, o salvador da humanidade (Mateus 1:23).

Incoerência

Aborto e Direitos Humanos não merecem estar na mesma pauta, porque o direito fundamental da humanidade é o direito à vida. O procedimento abortivo viola este direito, que já é conferido a um bebê na própria gestação.

A mesma mídia que tem apoiado esta campanha não divulgou uma nota sequer sobre o escândalo da organização ‘Planned Parenthood’ – responsável pela maioria dos procedimentos abortivos nos Estados Unidos. Vídeos chocantes foram divulgados meses atrás, nos quais diretores da organização eram flagrados negociando a venda de órgãos / tecidos de bebês abortados.

O “erro de tradução” não está na Bíblia, mas sim na forma como a defesa pelos direitos humanos tem se traduzido em propostas que desrespeitam a vida, desrespeitam a Família e chegam a cercear os direitos de milhões de cidadãos.

O “erro de tradução” se evidencia quando o combate às injustiças e criminalidade se traduz não na inibição das atividades ilegais, mas sim na legalização das práticas incorretas, para que possamos dizer que não há mais crimes.

Este corpo não é teu (1 Coríntios 6:15), as regras não são tuas (1 Coríntios 3:16,17) e não há erro de tradução nAquela que é a verdade absoluta sobre nossas vidas.
“Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo os seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos.
Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos”. (2 Timóteo 4:3,4)

*Secretário de Turismo do Estado de São Paulo, Roberto de Lucena foi eleito deputado federal pelo PV-SP em 2010. Em 2014 foi reeleito deputado federal, tendo sido votado em mais de 70% dos municípios do Estado.

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