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Roberto de Lucena reitera o seu apoio ao povo judeu e a Israel

img_7638Na tarde desta terça-feira (01), o deputado Roberto de Lucena (PV/SP) ocupou a tribuna da Câmara Federal, para reiterar o seu apoio ao povo judeu e ao Estado de Israel, e explicar o seu posicionamento a respeito dos votos favoráveis do Brasil às resoluções da Unesco, que tratam da Palestina e da relação histórica entre o povo judeu e os locais sagrados em Jerusalém. O parlamentar fez uma intervenção junto ao Ministério de Relações Exteriores (MRE), especialmente ao gabinete do ministro José Serra.

Roberto de Lucena explicou que o Brasil fez um esforço, juntamente com outros países, que resultou na evolução do texto aprovado pelo Conselho no mês passado, em relação ao anterior, aprovado em abril desse ano. “Um dos pontos, que nós reputamos como desequilibrados, o que nega os vínculos de Israel com a Jerusalém Oriental, onde estão a Esplanada dos Templos e o Monte do Templo, por exemplo, evoluiu para um texto que reconhece o vínculo de judeus, de cristãos e de muçulmanos com os locais, aliás, considerados sagrados para as três maiores religiões monoteístas do mundo”.

Em seu discurso, o parlamentar reiterou a importância de Israel e do povo judeu para os cristãos. “Israel é a segunda casa de cada cristão. 90% da população brasileira é composta de cristãos. Quando eu me refiro aos cristãos evangélicos estou falando de quase 50 milhões de cidadãos brasileiros que pagam seus impostos, que cumprem as suas responsabilidades com o país, que elegem ou são eleitos e que merecem ter as suas aspirações e expectativas em relação à política externa e à postura nas relações entre Brasil e Israel”.

Lucena enfatizou que irá mobilizar a bancada evangélica, a bancada católica, o Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel e as principais lideranças evangélicas do país, para acompanhar os próximos movimentos da representação brasileira e os votos do Brasil nesse Conselho da Unesco e na ONU, em relação ao tema. “Estamos falando do umbigo do mundo. É inacreditável que alguém pense que algo como a aprovação de uma resolução parcial e contra Israel, em um órgão internacional, não promova desdobramentos inimagináveis. E nós, que amamos a paz, oramos pela paz em Jerusalém. Essa resolução aprovada na 199ª Assembleia da Unesco, e que com um texto menos ruim foi aprovada também na 200ª Sessão Deliberativa, precisa continuar evoluindo para um texto mais equilibrado e imparcial, que não prejudique Israel. Que o Brasil seja decisivo nisso!”

Texto: Izys Moreira – Assessoria de Imprensa
Foto: Genilson Frazão