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Roberto de Lucena e centrais sindicais buscam apoio do presidente da Câmara para as pautas trabalhistas

editadaIMG_5796_escolhidaNa manhã desta terça-feira (30), o deputado federal Roberto de Lucena (PV/SP) esteve, juntamente com os presidentes de quatro centrais sindicais e com os deputados Paulinho da Força (SD/SP), Ademir Camilo (PTN/MG) e Bebeto (PSB/BA), em reunião com o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (DEM/RJ). O grupo esteve reunido na sala da presidência da Câmara para reiterar as preocupações e as solicitações da classe trabalhadora, especialmente no que se refere às reformas na legislação trabalhista e previdenciária.

Roberto de Lucena, que também é presidente da Comissão dos Direitos da Pessoa Idosa (CIDOS) e vice-presidente Nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), acompanhou a reunião. Durante todo o seu mandato, o parlamentar paulista vem trabalhando na valorização do trabalho, na promoção de novas oportunidades de emprego e, especialmente, no debate que envolve a Reforma da Previdência. Na Comissão do Idoso, Lucena promoveu várias audiências públicas para discutir a reforma previdenciária. “Abrimos o diálogo com a presidência da Câmara dos Deputados sobre ações que possam resultar na retomada no nível de emprego”, afirmou o parlamentar.

editadaIMG_5809_escolhidaPreocupadas com as reformas anunciadas pelo governo Temer, as lideranças da UGT, da Força Sindical, da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) pediram a aprovação de medidas para geração de empregos. O presidente Rodrigo Maia reforçou seu compromisso de votar a Reforma da Previdência, reiterando a sua importância para o país. Maia ainda destacou a necessidade de se aumentar a base de contribuintes a partir da atração de trabalhadores de menor renda, especialmente os do setor rural, que respondem pela maior parte do déficit da Previdência.

Rodrigo Maia ainda declarou que não pretende votar a reforma trabalhista em sua gestão à frente da Casa. O presidente sugeriu um debate sobre as atribuições da Justiça do Trabalho, que, segundo ele, estaria atuando de maneira desproporcional em casos envolvendo pequenos estabelecimentos. “Há vários pequenos restaurantes fechando e gerando desemprego no meu estado do Rio de Janeiro, porque a justiça determina indenizações de R$ 500 mil para os garçons”, relatou. “Isso inviabiliza o pequeno negócio. Precisamos encontrar um caminho para a Justiça do Trabalho”, destacou o presidente da CD.

Texto e foto: Izys Moreira – Assessoria de Imprensa