Dep. Roberto de Lucena apoia luta contra violência doméstica

O deputado federal, Roberto de Lucena (PV-SP), recebeu nesta quarta-feira (23), a criadora de ONG Contra Violência Doméstica, Bárbara Penna, e seu marido, Robson da Silveira, sua amiga Marta Lívia Suplicy e a atriz e desportista, Érika Paz , fundadora do Projeto “Eu sei me defender”.

Ao ouvir o relato das ativistas apresentadas por Lívia Suplicy, o parlamentar enalteceu a força delas e se dispôs em ajudar no que estiver ao seu alcance: “ Vocês são grandes. Deram a volta por cima e hoje dedicam suas vidas a salvar mulheres em situação de risco. Apoio com veemência essa iniciativa! Sou totalmente contra qualquer tipo de violência e coloco-me à disposição, com a Frente Parlamentar vamos pedir uma comissão geral e organizar seminários para combater essa prática”. Destacou Lucena.

Bárbara contou ao parlamentar sua “drástica” história : “Em novembro de 2013 fui agredida, queimada e jogada da janela do apartamento por meu ex. No incêndio, perdi dois filhos, Isadora (2 anos) e João Henrique (3 meses)”. Emocionada, ela contou que um vizinho (76 anos), Mario Ênio Pagliarini, que tentou socorrê-la também não resistiu após ser asfixiado com a fumaça e que quando acordou do coma resolveu clamar por justice pelos filhos, pelo vizinho, por ela e por todas as mulheres que sofrem violência doméstica.

Mais de três anos depois, o sofrimento pelo que passou a motivou a idealizar o Instituto Bárbara Penna, que tem como foco a luta contra a violência doméstica. Após conhecer o atual companheiro – um “homem bom”, como faz questão de ressaltar, deu à luz a terceira filha, Luisa, hoje com um ano e sete meses . “Ela me trouxe uma vida nova, e muitos desafios junto, mas não tem como não olhar para aquele rostinho e não ter forças. Ela me passa uma força sem limites.”

A atriz da novela da rede Globo, Força do Querer, Érica Paz, disse que seu projeto começou devido ter sido vítima tanto de violência doméstica, quanto de duas tentativas de estupro, e, justamente, o sentimento de ter conseguido sair dessa situaçãoela pensou: “Nossa, ainda bem que era eu! Sempre pensava na possibilidade de ter sido outras mulheres, porque ocorre, infelizmente, o crescimento da violência contra a mulher está desordenado, em todos os sentidos. Aí surgiu a ideia de passar um pouco do meu conhecimento nessa forma, encontrar parcerias que me passassem esses números, essas estatísticas e começar a estudar os movimentos que eu já fazia no sistema progressivo e de conhecimento durante a vida toda, são 17 anos de faixa preta (de jiu-jítsu).

Comovido com os fatos retratados, Roberto de Lucena disse que a luta precisa ser unificada e fará o possível para ajudá-las com políticas públicas de divulgação e eventos,  para conscientizar e minimizar a situação de vulnerabilidade que tantas mulheres brasileiras passam.

 

 

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